Blink 182 – California, o review e o CD que os fãs esperavam

Desde o lançamento de Neighborhoods em 2011, os fãs de Blink 182 têm esperado por um término nos problemas em que a banda estava enfrentando com Tom Delonge(guitarra/vocal) e por um disco com um pouco mais do que a banda representou na juventude de seus antigos fãs que hoje beiram os 30 anos e que estão carecas de ouvir Buddha, Cheshire Cat, Dude Ranch, o incrível Enema of the State e por ai vai… além do fios que caíram devido a idade.

Em meados de Abril de 2015, Matt Skiba(Alkaline Trio) entrou na banda para substituir o antigo guitarrista e ontem(1  de Julho), fomos agraciados com o resultado dessa nova parceria, e o nome desse resultado é California. Definitivamente é o disco que os antigos fãs estavam esperando e que o Neighborhoods não conseguiu trazer.

Nesse novo disco, além de nos trazer um pouco daquela nostalgia gostosa do que costumávamos ouvir quando eramos mais jovens enquanto corríamos das campainhas que apertávamos, dos tombos de skate e dos episódios de Jackass que tentávamos copiar, de certa forma mostra que a chama ainda está acesa dentro de nós. Vamos parar um pouco com o sentimentalismo e falar das músicas!

Mark e Travis parece que não se esqueceram dos projetos passados, como por exemplo Box Car Racer e Plus44, e juntando eles com os resultados do trabalho de Matt no Alkaline Trio, conseguiram um incrível resultado logo na primeira música, com uma introdução explosiva para o que encontraríamos no decorrer das 16 músicas do disco.

Logo em seguida, Bored to Death, na qual foi o primeiro single a ser apresentado ao público e com o clipe recém lançado, como vocês podem ver abaixo:

 

Conseguiram sentir um pouco dessa sensação que o disco passa? Espero que sim, mas continuando… Em seguida temos She’s Out of Her Mind e Los Angeles que ainda conseguem nos deixar no embalo elétrico que as duas primeiras músicas causaram. Sober vem logo em seguida para a gente dar aquela respirada depois de alguns minutos de nostalgia e a Built This Pool que mesmo que curta, ainda nos deixa ansiosos para o que encontraremos no resto no disco.

Após essa “parada”, No Future, terceiro single apresentado pela banda chega para nos dar mais um fôlego. Eis que chegamos na quase baladinha do disco, Home is Such a Lonely Place e então voltamos para a sequência final de músicas para nos matermos ligados mais uma vez… Kings of the Weekend, Teenage Satellites, Left Alone, Rabbit Hole (na qual foi o segundo single liberado pela banda), San Diego. Chegamos ao final do disco e parece que para indicar o fim dessa viagem, chega California, a música que dá o nome ao disco e podemos dizer que é a segunda quase baladinha e depois, Brohemian Rhapsody, que nos convida a por o disco no repeat e começar a aventura de novo!

Esse é o sétimo disco da banda, primeiro com o Matt Skiba, gravado pela BMG e com produção de John Feldmann, vocalista do Goldfinger que já atuou na produção de outras bandas, tais como Good Charlotte, Mest, The Used, e por aí vai.

Foi uma aventura e tanto e que definitivamente vale a pena, fica bem claro que essa nova parceria pode voltar a por a banda nos trilhos e caminhar por mais alguns anos e trazer novos fãs para a explosão pop punk que foi a alguns anos atrás. Disco altamente recomendado a todos, inclusive, caso queiram dar uma conferida nas músicas na íntegra e buscar essa mesma experiência que tive, presentinho logo abaixo para todos! Caso queiram adquirir o disco, você encontrará na Saraiva ou na Fnac.

 

 

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Thales Figueiredo

Um geek vidrado em jogos, filmes, séries, músicas, livros, HQ’s e diversas coisas relacionadas a esse mundo. Cientista da computação, web designer, músico nas horas vagas, geminiano e tremendo sonhador. Aceita com facilidade ofertas de café.